BOAS FESTAS!!!

Monica | Notícias | Quarta, 26 de Dezembro de 2007

Natal - Natal

Um pouquinho atrasada, mas desejo aos amigos e amigas do blog, boas festas e um ano de 2008 muito feliz, com saúde, liberdade e … longe do cigarro!!!
Queria dizer que estou muito contente de ver aqui tantas pessoas dispostas a tentar parar de fumar e outras tantas dispostas a ajudar… solidariedade, união, sinceridade, renovação, não é isto que todos falamos nesta época de natal e reveillon? Pois vi isto aqui desde o início do blog e fico muito feliz com o que temos construído juntos, TODOS que por aqui passaram!!!

Um grande abraço
Mônica

Obs: Ana, sobre como negar um cigarro, acho que ainda o melhor é ser direta e sincera, dizendo “não quero, estou tentando parar de fumar” e para os insistentes, diga que ao insistir não a estão ajudando, como seria de se esperar de um amigo. E para você mesma, reforce os motivos de sua decisão, afaste-se um pouco quando sentir que está em risco, tente adiar por 5 minutos a decisão de fumar, e depois se necessário por mais 5, aí já passaram 10, quem sabe aguente mais 5, e por aí vai…lembre-se também de que pode procurar um profissional de saúde se estiver sendo difícil demais. Mas comece a tentar, vamos torcer por você também!!!

Venci o cigarro

Monica | Notícias, Vamos Parar | Quarta, 19 de Dezembro de 2007

Este é o tema do programa Happy Hour de 6af (21/12), às 19h, no canal GNT. Deve ser interessante, aqui no blog várias pessoas estão com este desafio de vencer o cigarro e ouvir outras experiências e dicas pode ajudar. Entre os convidados está o Dr.Alberto José de Araújo, Médico Pneumologista e Membro do Conselho Consultivo da ACTbr, além da Empresária Maria Gurjão De Moraes e do Cantor e Compositor Nico Rezende

Sinopse do Programa:
Em todo o mundo, o cigarro mata 8 pessoas a cada segundo. Todo mundo já está cansado de saber que o fumo faz mal a saúde, mesmo assim a nicotina continua fazendo cada vez mais reféns. Como reverter esse quadro? Quais são os tratamentos eficazes para vencer o cigarro? Qual o maior incentivo para uma pessoa parar de fumar? Muita gente precisa tomar um susto para conseguir interromper esse processo? As promessas de ano novo funcionam?

Além disso, convido vocês a assistirem o novo vídeo da ACTbr:

A prova que faltava

Monica | Notícias | Terça, 11 de Dezembro de 2007

Pela primeira vez, imagens mostram os danos causados aos pulmões dos fumantes passivos
Por Vanessa Vieira - Revista Veja

Os não-fumantes ganharam mais um argumento para pressionar os tabagistas a apagar o cigarro. Pela primeira vez, cientistas conseguiram imagens de pulmões que demonstram como a fumaça alheia causa danos aos fumantes passivos. Graças a um tipo especial de ressonância magnética, pesquisadores do departamento de radiologia do Children’s Hospital of Philadelphia descobriram que quase um terço dos não-fumantes que convivem com as baforadas dos outros por mais de dez anos desenvolve alterações pulmonares. “Identificamos nesses pacientes sinais moderados de enfisema”, disse a VEJA o físico Chengbo Wang, coordenador do estudo, apresentado durante o encontro anual da Radiological Society of North America. O enfisema atinge 5 milhões de pessoas no Brasil e é a quinta causa de morte no país. Essa doença crônica é caracterizada pela perda de elasticidade do tecido pulmonar, pelo aumento de tamanho e ruptura dos alvéolos, as minúsculas estruturas em forma de balão localizadas nos pulmões. Os alvéolos são responsáveis pela troca gasosa de dióxido de carbono por oxigênio. Com menos alvéolos, a renovação do oxigênio no sangue fica prejudicada, uma das causas da falta de ar das vítimas de enfisema. Essa deterioração progressiva do tecido pulmonar tem como principal causa a inflamação provocada pelas substâncias tóxicas da fumaça do cigarro.

A grande dificuldade que os cientistas tinham para revelar os sinais do enfisema nos fumantes passivos é que, neles, as alterações pulmonares são bem mais sutis do que nos fumantes. Conseqüentemente, são mais difíceis de ser detectadas pelos exames convencionais. Para contornar esse obstáculo, a equipe de Wang desenvolveu um método em que os pacientes inalam gás hélio previamente modificado por meio de raios laser. Com isso, as imagens produzidas pela ressonância magnética ficam mais claras. Os especialistas puderam constatar que os átomos de gás hélio se moveram nos pulmões de boa parte dos fumantes passivos por distâncias maiores do que o esperado. Esse resultado indica a presença de buracos entre os alvéolos e de espaços expandidos em seu interior, um quadro característico do enfisema. “Com o novo método, pudemos avaliar a estrutura pulmonar em nível microscópico”, explica Wang.

Os sinais de enfisema foram encontrados em 33% dos pacientes expostos por mais de dez anos ao fumo passivo. De acordo com os cientistas, essa proporção é semelhante à de fumantes que desenvolvem enfisema pulmonar. Para os autores, as conclusões servem de alerta, principalmente, para o perigo a que estão expostas as crianças filhas de pais fumantes. Segundo estatísticas da American Lung Association, nos Estados Unidos 35% das crianças pertencem a famílias em que há ao menos um adulto fumante. Todas correm risco de desenvolver problemas respiratórios decorrentes do tabagismo. “Ficou claro que o fumo passivo faz mal aos pulmões. Por isso, é preciso endurecer as restrições ao tabagismo não apenas nos espaços públicos, mas também nos lares”, adverte o coordenador da pesquisa. No Brasil, onde 25% dos adultos fumam, os riscos a que estão expostos os fumantes passivos é igualmente alto.

A equipe do Children’s Hospital of Philadelphia submeteu fumantes, fumantes passivos e pessoas com baixa exposição ao fumo a um novo tipo de ressonância magnética, mais sensível que o convencional. A seguir, as imagens dos pulmões analisados:

1-Pulmão de pessoa com baixa exposição à fumaça de cigarro
Predomínio da cor vermelha, que representa a área saudável dos pulmões

pulm  o noticia veja - pulm  o noticia veja

2-Pulmão de fumante passivo
Em 33% das pessoas com dez anos ou mais de convivência com fumantes, há sinais iniciais de enfisema, representados nas zonas amarelas

pulm  o 1 noticia veja - pulm  o 1 noticia veja

3-Pulmão de fumante
As zonas amarelas, que indicam a formação de enfisema, foram detectadas nos pulmões de 57% dos fumantes

pulm  o 2 noticia veja - pulm  o 2 noticia veja

Muito ou Pouco?

Monica | Vamos Parar | Sexta, 7 de Dezembro de 2007

Você fuma (ou fumava) muito ou pouco? Quanto é muito? E quanto é pouco?

Bem, todo mundo já sabe que até 01 cigarro por dia faz mal, então o pouco é relativo, porque a quantidade pode ser pequena mas o efeito na saúde não é pequeno. De qualquer forma, nos estudos se fala em fumante médio para consumo de 20 cigarros/dia, leve/moderado abaixo de 20 cigarros/dia e pesado acima de 20 cigarros/dia. Mas se ilude quem pensa que parar de fumar é fácil para quem fuma “pouco”.

Vejam o que diz a Silvia Cury, do HCor e ACTbr, que já participou antes aqui do blog:
“Geralmente as pessoas que fumam muitos cigarros por dia, acham que para elas será mais difícil parar de fumar. Na verdade, isto não funciona assim. Observa-se não só através de tratamentos realizados e relatos de fumantes e pesquisas, que aquele fumante que fuma 2 ou 3 cigarros pode ter até maior dificuldade de parar de fumar. Nestes casos, parece ser a dependência psicológica mais forte que a física, e a mais difícil de lidar. Portanto, trabalhe sua conscientização para parar de fumar, observe porque você fica ansioso e tente trabalhar esta ansiedade. Cuidado com o estresse e com as emoções negativas. Fazendo isso será mais fácil você vencer a dependência do cigarro!”

Obs: Laura, Lurdes, Ana Elisa, recentes visitantes do blog: cada dia é uma vitória, parabéns e contem com a gente!

Pesquisa da ACTbr sobre fumo em locais fechados

Monica | Notícias | Quinta, 6 de Dezembro de 2007

A ACTbr encomendou ao Instituto Datafolha uma pesquisa sobre a opinião dos paulistanos sobre o fumo em locais fechados, veja abaixo a reportagem que saiu a respeito na Folha de São Paulo:

Fonte: Folha de S.Paulo / Cotidiano / 4 de dezembro de 2007
AFRA BALAZINA
DA REPORTAGEM LOCAL

Não agrada ao paulistano sentir o cheiro de fumaça de cigarro enquanto come ou se diverte. No total, 88% dos que vivem em São Paulo não querem o fumo em ambientes fechados, como lanchonetes, bares, restaurantes e casas noturnas. Até os fumantes são partidários dessa opinião - 85% querem a proibição do fumo nos locais fechados, enquanto entre os não-fumantes o número é de 89%.
Esses são os principais resultados da pesquisa Datafolha feita para a ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), uma ONG que defende restrições ao fumo. Foram entrevistados 612 pessoas, entre os dias 7 e 9 de novembro. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
Em 2006, outra pesquisa do Datafolha apontou que 85% dos paulistanos eram contra o fumo em ambientes fechados.
Na opinião do secretário estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, a pesquisa reflete a preocupação dos paulistanos em relação aos danos que o cigarro provoca à saúde de fumantes e não-fumantes.
“Penso que a pesquisa possa servir como base para que proprietários desses estabelecimentos restrinjam ao máximo o fumo nos ambientes fechados, contribuindo para a saúde e o bem-estar das pessoas que freqüentam esses locais. O cigarro é, segundo a Organização Mundial da Saúde, a principal causa de morte evitável”, diz.
A pesquisa primeiro perguntou sobre o fumo em local fechado em geral, e, depois, questionou sobre o cigarro em diferentes estabelecimentos (lanchonete, restaurante, bares e casas noturnas). Os entrevistados foram mais tolerantes ao cigarro no caso de casas noturnas e bares -em 2007, 58% e 59% dos entrevistados, respectivamente, foram favoráveis à proibição do fumo. Em 2006, eram 62% e 63%. Se o fumo fosse proibido em locais fechados, porém, 62% dos paulistanos disseram que continuariam a freqüentá-los.
A ACT vai iniciar neste mês a campanha “Qualquer ambiente fechado é pequeno demais para o cigarro”. Serão distribuídas nas baladas caixas de fósforos com frases como “faça valer seu direito ao ar puro”. Um dos focos será a saúde das pessoas que trabalham em locais fechados e inalam muita fumaça.

Legislação
A lei federal 9.294, de 1996, permite o tabaco “em área destinada exclusivamente a esse fim, devidamente isolada e com arejamento conveniente”. Segundo a pesquisa, porém, 7 em cada 10 paulistanos são favoráveis à eliminação dos fumódromos em locais fechados.
Paula Johns, diretora da ACT, afirma que atualmente em São Paulo existe uma “separação fictícia” entre as áreas de fumante e de não fumante. Para ela, o paulistano está preparado para uma mudança na lei ou, pelo menos, para o cumprimento da lei atual. “É questão de engajamento do governo. Na Paraíba, a Vigilância Sanitária faz bem a fiscalização.”
Na opinião do presidente do Sinthoresp (sindicato dos trabalhadores em restaurantes, bares, lanchonetes de SP), o cigarro deveria ser banido dos locais fechados. Mas ele faz ressalvas. “É complicado. Os donos dos estabelecimentos alegam que banir o cigarro pode causar redução de consumo e freqüência, e isso nos preocupa porque pode gerar demissões.”
Sérgio Machado, diretor jurídico do Sinhores-SP e Fhoresp (sindicato e a federação dos hotéis, bares e restaurantes), defende a manutenção da área de fumantes. Segundo ele, é mais democrático atender a todos. Além disso, ele considera que os locais teriam prejuízo com o veto ao cigarro, pois muitas pessoas optariam pela casa de amigos a bares e restaurantes.

Irlanda foi o 1º país na Europa a vetar fumo
Famosa por seus pubs esfumaçados, a Irlanda foi o primeiro país da Europa a vetar totalmente o tabaco em locais públicos, em 29 de março de 2004.
Em julho deste ano, entrou em vigor na Inglaterra a proibição de fumar em lugares públicos fechados, como bares e restaurantes, e também nos ambientes de trabalho.
No Reino Unido, a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte já aplicavam uma lei semelhante.
A proibição na Inglaterra teve por objetivo reduzir as mortes pelo fumo passivo, que, segundo médicos britânicos, passam de 600 por ano.
Quem infringir a lei receberá uma multa de até 50 libras (cerca de R$ 183,11), mas o valor pode chegar a 200 libras (cerca de R$ 732,45) se o infrator for condenado na Justiça.
A idéia da Irlanda também foi copiada, em maior ou menor medida, por Noruega, Espanha, Itália, Malta, Suécia, Escócia, Gales, Letônia e Lituânia. A lei espanhola que restringe o fumo, entretanto, é ignorada por muitos locais.
Neste ano, a França colocou em prática a primeira etapa para o veto total do fumo em locais públicos. Cafés, restaurantes, cassinos e discotecas terão até janeiro do próximo ano para se adequar.
Na França, o cigarro é a principal causa da chamada mortalidade evitável -66 mil fumantes morrem ao ano no país, além de 5.000 fumantes passivos, segundo o governo.
Em Nova York, existe proibição do fumo em ambientes fechados desde 2003. Um ano depois, houve adesão de 97% dos restaurantes e bares, além de um aumento drástico na qualidade do ar dos ambientes. Estimou-se que 150 mil trabalhadores não são mais expostos à poluição tabagística ambiental.
Em pesquisa, 16% da população disseram ter passado a freqüentar mais os restaurantes e bares com a lei, 73% disseram não ter mudado de comportamento e 11% afirmaram ter passado a freqüentar menos os restaurantes e bares com a proibição do fumo. As multas chegam a US$ 1.000 por infração.

José, que fuma 3 maços por dia, defende proibição
O taxista José Nilson Viana, 54, fuma há 20 anos três maços de cigarro Carlton por dia. Isso mesmo. São 60 cigarros, do momento em que acorda até a hora de dormir. “Em tudo o que eu vou fazer tem sempre um cigarro antes, durante e depois. Minha vida sou eu, o carro, o rádio e o cigarro”, afirma.
Apesar de ser um fumante inveterado, Viana é a favor da proibição de cigarros em ambientes fechados. “Pelo menos no período que estivesse no lugar, deixaria de fumar. Se todos os locais fechados vetassem o cigarro iria diminuir bastante a quantidade que fumo.”
A apresentadora Eliana também é a favor da proibição do cigarro em lugares fechados e a defende até mesmo em discotecas. “Acho maravilhosa [a idéia de vetar o fumo] nas discos. É tudo muito pequeno, não tem ventilação que suporte”, afirma ela, que diz se incomodar muito com o cigarro. “A gente acaba fumando involuntariamente.”
Para a designer de interiores Cristiane Roximba, a cidade toda já é muito poluída e a proibição de cigarro em ambientes fechados aliviaria a situação. “Como mãe [seus filhos têm 13 e 10 anos], recrimino o cigarro.”
A estudante de publicidade Térsia Souza Cunha, 18, fumante, é a favor da proibição apenas em restaurantes. “Já na balada acho mais complicado.”
Sua colega, a estudante de relações internacionais Luana Lima, 20, também fumante, não quer que o cigarro seja banido em nenhum tipo de estabelecimento. Para ela, a lei atual deve ser cumprida e, para não haver incômodo aos não-fumantes, os estabelecimentos devem separar uma área para fumantes -o que não costuma ocorrer. “Acho uma hipocrisia querer proibir cigarro. Se proibisse, quem iria fiscalizar? Hoje existe a lei, mas o controle é totalmente ineficaz.”

Concurso Cultural de Vídeos da ACTbr: faça sua escolha!

Monica | Notícias | Segunda, 3 de Dezembro de 2007

concurso 1 2 - concurso 1 2

Como já divulgado aqui no blog, a ACTbr promoveu um Concurso Cultural de Vídeos Amadores para o Controle do Tabagismo, cujo tema era Fumo Passivo.

Temos 12 vídeos inscritos (01 minuto cada) e esta semana é dedicada à votação popular, ou seja, serão computados os acessos aos vídeos e este é um dos critérios para a classificação dos 03 melhores. Assim, para participar basta acessar o link abaixo, ver os filmes e acessar mais de uma vez o seu preferido, ou encaminhar para seus amigos acessarem também.

Divulgaremos depois os vencedores, façam sua escolha!

CLIQUE AQUI