Desfile na Paulista

Agosto 30th, 2010 de Monica

Falta muito pouco para o lançamento da campanha “Sem Tabaco, 100% Fashion” em São Paulo. Sucesso em Brasília desde 2003, o movimento do Centro de Câncer de Brasília se une a um time de peso e aporta na capital paulista para mostrar que fashion mesmo é ficar longe do cigarro.

Na próxima terça-feira (31/08), o Espaço Cultural Conjunto Nacional será palco da Ação Comemorativa pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo (29/08). A partir de 12h15, haverá um desfile da versão estilizada da camiseta símbolo da campanha, desenhada pelo estilista francês Ilan Delouis, da Faith Connexion e customizada por estilistas brasileiros, como Marcelo Sommer. Modelos da Bravo Model e celebridades também participam do Desfile-Manifesto.

Quem passar pelo Espaço Cultural do Conjunto Nacional mais cedo, a partir das 9h, poderá conferir o nível de poluição dos pulmões (válido para fumantes e não-fumantes) e receber várias dicas de como levar uma vida saudável longe do cigarro. A T-shirt da campanha também estará à venda, por R$ 40,00. Todo o valor arrecadado será revertido ao Instituto de Apoio ao Portador de Câncer (IAPC). Compareçam!

Sem tabaco  100  fashion 1 - Sem tabaco  100  fashion 1

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Fumo passivo modifica genes no pulmão

Agosto 23rd, 2010 de Monica

Folha de S. Paulo, 21/8/2010

Cientistas da Universidade Cornell, em Nova York, afirmam em estudo publicado ontem que o contato com a fumaça do cigarro, ainda que por fumo passivo ou ocasional, causa mudanças genéticas no pulmão. Em artigo publicado no “American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine”, os pesquisadores afirmaram também que essas alterações expõem as pessoas a risco de câncer de pulmão e à doença pulmonar obstrutiva crônica, problema que limita o fluxo de ar, dificultando a respiração.

“Até nos níveis mais baixos de exposição, encontramos efeitos diretos no funcionamento dos genes das células qu e revestem as vias respiratórias”, afirmou Ronald Crystal, líder da pesquisa e chefe do departamento de medicina genética de Cornell, em comunicado divulgado pela universidade. O médico disse também que o efeito genético é menor do que o observado em pessoas que fumam com frequência, mas isso não significa que não haja efeitos prejudiciais para a saúde.

“Alguns genes das células que revestem as vias respiratórias são muito sensíveis à fumaça de cigarro, e mudanças no funcionamento desses genes são o primeiro sinal de “doença biológica” nos pulmões.” A pesquisa foi feita por meio de testes em 121 pessoas divididas em três categorias: não fumantes, fumantes ativos e fumantes com baixa exposição à fumaça. Foram testados níveis de nicotina e cotinina, marcadores do cigarro no organismo, para determinar em qual categoria cada participante se encaixaria.

O genoma de cada um foi analisado para detectar quais genes foram ativados ou desativados nas vias respiratórias. Todos os níveis de nicotina e cotinina tiveram relação com alguma anormalidade genética. Segundo o líder do estudo, isso mostra que não há níveis seguros para a exposição à fumaça. A descoberta deve dar mais subsídios para a implementação de leis que restringem o fumo em ambientes públicos, como já acontece no Estado de São Paulo desde o ano passado.

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A indústria busca atrair também a simpatia dos jovens universitários

Agosto 22nd, 2010 de aline.biz

Na última semana, a Souza Cruz esteve presente em vários eventos voltados aos universitários e a ACT esteve lá, de maneira discreta, para verificar as estratégias da indústria para construir uma boa imagem junto aos jovens estudantes.

No dia 17, houve a palestra do Marcelo Tas na UERJ, dentro do projeto diálogos universitários. Apesar de nossos apelos através do Twitter e e-mails, o apresentador do CQC compareceu ao evento, e ao me infiltrar na platéia, soube exatamente o porquê: além de ser um evento bem planejado e executado, o fato de permitir que a empresa júnior assuma a logística do evento e aproximar os alunos de um ícone das diversas mídias atuais (além de apresentar um dos programas nacionais mais assistidos atualmente, Tas possui mais de 800 mil seguidores no microblog), a Souza Cruz faz uma apresentação institucional no qual mostra os seus projetos de sustentabilidade, tema tão em voga nos dias atuais. Ou seja, os alunos saem de lá com a impressão de que a empresa é antenada aos desejos dos jovens, e que sem ela a oportunidade de ter esse “papo” tão próximo com o ídolo que sabe tanto de novas mídias, a revolução da internet e como se portar para aproveitar como essas mudanças afetam o mercado de trabalho… Tas falou muito sobre o profissional, independente de sua área, que souber ouvir o que seus clientes têm a dizer nessas mídias (orkut, twitter, facebook), e a partir daí ter uma fonte de crítica construtiva para aprimorar o seu negócio, será aquele se conseguirá ter um maior êxito frente ao público. Além disso, a imagem da empresa torna-se simpática para os universitários, afinal de contas, a SC mediu seu nível de carbono emitido na produção e não contribui para o efeito estufa… Para finalizar, ao responder o questionário de avaliação do evento, onde a última pergunta era como você avaliava justamente a sua percepção em relação à imagem da empresa, você ganhava um bloco/caderno sensacional, com até post-it personalizado.

No dia 18 foi o dia do universitário. E a mesma empresa estava presente em dois eventos diferentes recrutando estagiários e trainees para seus quadros de funcionários. Na Escola Politécnica da USP (SP) acontecia o 20° Workshop Integrativo, uma feira de recrutamento. Já na PUC-Rio ocorria, desde o dia anterior, a XV Mostra PUC, que se estendeu até o dia 20. Em ambos, a SC possuía um estande equipado com telas de LCD, onde os jovens universitários participavam de um elaborado jogo virtual em troca de brindes, além de profissionais de diversas áreas (RH, Comunicação…), que distribuíam um folder explicativo sobre a empresa e destacando as áreas de oportunidade de estágio e programas para trainee. Entre os brindes destribuídos, mochilas e kits com lápis, borrachas e réguas.

Como imagens valem mais do que palavras, abaixo temos as fotos tiradas dos eventos ocorridos no Rio:

D.U. na UERJ - Marcelo Tas falando no evento D.U. na UERJ
Cartaz D.U. - Cartaz do D.U. na UERJ com Marcelo Tas
Estande da SC na Mostra PUC - Estande da SC na XV Mostra PUC, antes de sua abertura, no dia 20/08, no Rio de Janeiro

Ou seja, a indústria vêm investindo pesado para ganhar a simpatia dos jovens universitários, patrocinando eventos onde eles possam ter contato com pessoas exponenciais dos mais diversos campos da sociedade brasileira, ou atraindo aqueles que desejam se inserir no mercado de trabalho com perspectivas de trabalhar em uma empresa que lhe paga altos salários, e ainda se preocupa com o futuro do planeta… Mas esquecem de dizer a esses mesmos jovens as suas arrojadas estratégias de marketing para atrair novos e extremamente jovens consumidores, ou que é responsável pela morte de milhares de brasileiros por ano por doenças tabaco-relacionadas. Até quando essa ilusão continuará?

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Companhias querem tornar crianças viciadas em nicotina

Agosto 20th, 2010 de Monica

DRAUZIO VARELLA
COLUNISTA DA FOLHA

Os fabricantes de cigarros são criminosos de longa carreira. Nenhum dos crimes cometidos pelo capitalismo mundial destruiu tantas vidas quanto as estratégias das companhias para convencer crianças a começar a fumar.
Os fabricantes de cigarros não têm o menor escrúpulo, são capazes de tudo.
Usaram atores, compraram médicos, esconderam pesquisas, fizeram comerciais dirigidos aos adolescentes, corromperam políticos e contrataram lobistas.
O objetivo não poderia ser mais explícito: viciar meninas e meninos para torná-los dependentes de nicotina.
Espalharam pontos de vendas coloridos e sedutores junto às escolas e aos locais em que os jovens se reúnem.
Na revista “Exame”, a Souza Cruz admite o crime: “temos de inundar o varejo com nossos maços…Os cigarros que saem das fábricas, em Uberlândia e Cachoeirinha abastecem 260 mil pontos de venda em todo o Brasil”.
Até quando conviveremos com esse crime continuado?

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Indústria diz mirar só o público adulto

Agosto 20th, 2010 de Monica

Souza Cruz e Philip Morris afirmam respeitar o perfil do produto, proibido para menores de 18 anos no Brasil

Pesquisa Datafolha também constatou que ponto de venda próximo a escolas recebe mais incentivo das fábricas

DE SÃO PAULO

Líder do mercado brasileiro, com 250 mil pontos de venda em todo o país, a Souza Cruz diz que “cumpre rigorosamente a lei federal que trata da publicidade de produtos fumígenos, restringindo-a a pôsteres, painéis e cartazes na parte interna dos pontos de venda”.
“Da mesma forma, todos os materiais de publicidade são dirigidos aos adultos fumantes de nossas marcas e da concorrência, bem como trazem as frases e imagens de advertência definidas pela legislação vigente”, afirma.
“Definitivamente, o negócio da empresa não é persuadir pessoas a fumar, mas oferecer produtos de qualidade para adultos que livremente decidiram fumar”, completa a Souza Cruz em nota.
A fabricante Philip Morris afirma que menores de idade não devem fumar.
“Todas as nossas práticas comerciais estão de acordo não somente com a legislação, mas também com nossos padrões e códigos internos de conduta, criados para limitar a exposição de menores aos produtos de tabaco”.

INCENTIVO À VENDA
Pesquisa Datafolha constatou que o número de pontos de venda de São Paulo que dizem receber incentivos da indústria tabagista também é maior quando há escolas nas redondezas.
Os lojistas afirmam ganhar mais benefícios (como descontos) para colocar marcas novas de cigarros em local de maior visibilidade e dar treinamento ao vendedores.
“Nunca percebi que é mais fácil comprar o cigarro perto da escola. Comecei a fumar há dois anos por influência dos amigos do grupo”, diz Marcos Fernando, 18, aluno de uma escola pública na região da avenida Paulista.
“A primeira coisa que a indústria pensa é em repor a clientela porque sabe que muitos fumantes vão morrer”, afirma Stella Martins, médica do Cratod especialista em dependência química.
“O cigarro é misturado à diversão da crianças, que são os doces. No caixa, elas têm a sensação de que aquilo é tão bom quanto o chocolate”, diz a publicitária Regina Blessa, especialista em merchandising de pontos de venda.
“Isso gera um contingente enorme de novos fumantes”, diz Jussara Fiterman, presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia. (VQG)

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Cerco ao cigarro tende a se expandir para ponto de venda

Agosto 20th, 2010 de Monica

HÉLIO SCHWARTSMAN
ARTICULISTA DA FOLHA

Há farta literatura mostrando não só que a publicidade de cigarros é mais presente em pontos de venda frequentados por jovens como também que a exposição dos adolescentes a essas mensagens contribui para a decisão de começar a fumar.
Num estudo publicado em 2004 no periódico “Tobacco Control”, pesquisadores da Universidade Stanford liderados por Lisa Henriksen visitaram 50 lojas que vendem tabaco na cidade de Tracy, na Califórnia, e contaram itens como anúncios, espaço de exposição do produto e materiais de marketing.
Simultaneamente, entrevistaram alunos da 5ª à 8ª séries para descobrir quais eram os pontos que eles mais frequentavam. As lojas preferidas pelos adolescentes tinham 3,4 vezes mais material promocional de tabaco do que as demais.
Num outro trabalho, que saiu neste ano em “Pediatrics”, os mesmos pesquisadores reuniram 1.681 adolescentes entre 11 e 14 anos que jamais haviam fumado e os acompanharam por um período de 30 meses.
Após um ano, 18% dos jovens haviam começado a fumar, mas a incidência era muito maior (29%) entre os que frequentavam pontos de venda pelo menos duas vezes por semana do que entre os que o faziam menos de duas vezes por mês (9%). Associações similares foram observadas após 30 meses.
Os pesquisadores também contaram o número de estímulos publicitários a que os jovens eram submetidos semanalmente, dependendo da assiduidade com que iam às lojas e da quantidade de material de marketing nelas presente.
As chances de ter começado a fumar eram 2,36 vezes maiores no grupo mais exposto à propaganda.
Vários outros estudos de diversos países apontam para conclusões semelhantes.

EMBALAGENS
Outro aspecto da indústria do tabaco que tem atraído a atenção dos pesquisadores são as embalagens. Há trabalhos mostrando que elas são desenhadas especificamente para seduzir os jovens.
A julgar pelo que se pesquisa, as próximas medidas no controle do tabagismo deverão ser o banimento dos cigarros para trás do balcão e a adoção de embalagens genéricas. Em suma, cigarros começarão, enfim, a ser tratados como uma droga.

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Exposição de cigarros é maior perto de escolas, diz Datafolha

Agosto 20th, 2010 de Monica

Pesquisa mostra que 70% dos pontos de venda de tabaco em SP ficam a até 3 quadras de colégios

Consulta foi encomendada por ONG e aponta que apenas 16% dos locais de venda não estão perto de escolas

VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
DE SÃO PAULO

Na mesma quadra do Colégio Renascença, em Santa Cecília (centro de SP), dois bares e uma padaria vendem cigarros. Em frente à escola estadual Rodrigues Alves, na avenida Paulista, duas bancas de jornal também.
Na cidade de São Paulo, 70% dos pontos de venda de derivados do tabaco ficam de um a três quarteirões de distância de alguma escola, segundo pesquisa Datafolha encomendada pela Aliança de Controle do Tabagismo- ONG ligada à OMS (Organização Mundial da Saúde).
Quanto mais perto, mais forte é a exposição da indústria tabagista, com maior visibilidade dos cigarros e de materiais promocionais para adolescentes. A propaganda é visível aos jovens em 66% dos lugares visitados.
Segundo Stella Bialous, pesquisadora brasileira da Universidade da Califórnia, consultora da OMS e presidente do Instituto de Políticas do Tabaco dos EUA, a situação é a mesma na Austrália, nos EUA e no Canadá.
“Vários documentos internos da indústria mostram que, quando há regulamentação de marketing de um lado, os fabricantes investem mais nos pontos de venda.”
Para a psicóloga Cristina Perez, do Inca (Instituto Nacional de Câncer), a pesquisa fundamenta um novo passo na restrição ao cigarro: proibir a exposição dos maços.
No Canadá, eles são guardados em gavetas, longe dos olhos do público. Na Austrália, uma lei criou caixas genéricas para todas as marcas.
No Cratod, o centro de tratamento de dependência química do Estado, 90% dos fumantes em terapia começaram o vício na adolescência.
Proibida desde o ano 2000, a propaganda de cigarro é vetada nos meios de comunicação de massa no país.
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Colaborou MARIO CESAR CARVALHO

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Estudo analisa custos de internações no SUS decorrentes do tabaco

Agosto 17th, 2010 de Monica

Calcular os custos diretos de internações por doenças relacionadas ao tabaco, sob a perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) para três grupos de doenças- câncer, aparelhos circulatório e respiratório - foi o objetivo do estudo elaborado pela pesquisadora da ENSP/Fiocruz Maria Alícia Ugá junto com a pesquisadora do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Márcia Pinto. O trabalho foi publicado no volume 26, número 6, da revista Cadernos de Saúde Pública da ENSP.

As autoras optaram por avaliar os custos diretos atribuíveis ao tabagismo, considerando o custo do tratamento das principais doenças tabaco-relacionadas para indivíduos com mais de 35 anos em 2005. Além de examinar os custos nos grupos de doença câncer, aparelho circulatório e respiratório, o trabalho levou em conta os custos dos procedimentos de quimioterapia decorrentes de neoplasias.

De acordo com os dados coletados, foram realizadas 401.932 e 512.173 internações de mulheres e homens, com 35 anos ou mais, respectivamente, para os três grupos de enfermidades selecionados. Desse total, 144.241 internações (35,9%) do sexo masculino e 138.308 (27%) do feminino foram atribuíveis ao tabagismo. As autoras destacam que os custos totais para os três grupos de enfermidades das internações e procedimentos de quimioterapia alcançaram para o SUS, em 2005, um montante de R$ 338.692.516,02 ou 27,6% de todos os custos do SUS, considerando os indivíduos com 35 anos ou mais para os mesmos três grupos de enfermidades. Na comparação entre os custos totais com os custos tabaco-relacionados, as enfermidades do aparelho respiratório foram responsáveis por 41,2%, enquanto que as neoplasias e as doenças do aparelho circulatório foram 36,3% e 20,2%, respectivamente.

Para Márcia Pinto e María Alícia Uga, os resultados sugerem a necessidade de dar continuidade às pesquisas que mensurem a carga total do tabagismo sob a perspectiva da sociedade. Este estudo foi uma primeira tentativa de estimar custos associados ao tabagismo no Brasil. “Segundo nossas estimativas, o tabagismo foi responsável por 7,7% dos custos de todas as internações e procedimentos de quimioterapia pagos pelo SUS para todas as patologias em 2005 (…) Entretanto, essa participação estimada pode ser considerada como a ponta do iceberg da real carga econômica do tabagismo para o SUS”, concluíram.

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Agosto 9th, 2010 de Monica

SPlivredefumo org 1 - SPlivredefumo org 1

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Um ano de vigência da lei em SP

Agosto 6th, 2010 de Monica

Amanhã faz um ano que a lei que proíbe o fumo em ambientes fechados de uso coletivo entrou em vigor em SP. E o resultado tem sido ótimo: apoio da população, cumprimento pelos estabelecimentos e pesquisas indicando já a melhora da qualidade do ar.

As previsões alarmistas e negativas não se concretizaram. A lei pegou e nos locais onde ela se aplica já se respira melhor!

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