Parabéns Marina Silva!

Março 11th, 2010 de MarinaK

A participação da senadora Marina Silva durante a votação do PL 315 foi fundamental. Além de manter a votação do projeto de lei na pauta do dia, fez uma excelente defesa do mérito do projeto. O senador Romero Jucá (PMDB-RR) e Francisco Dornelles (PP-RJ) fizeram o possível para, mais uma vez, adiar a votação. Fica a pergunta: por que tanto empenho para atacar um projeto que vai ao encontro da saúde pública e que tem o apoio da maioria da população?
Marina Silva - Marina Silva

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Manifestação na frente do Congresso Nacional

Março 5th, 2010 de MarinaK

Vejam a manifestação em frente ao Congresso Nacional na última quarta-feira, dia 03 de Março, em prol da aprovação do Projeto de Lei 315 que acaba com a previsão dos fumódromos e estabelece ambientes fechados 100% livres de fumo. A ACT contou com a participação de membros do Ministério da Saúde e também com alunos da Universidade Nacional de Brasília.Manifesta    o BSB FEV 2010 COMPACTO - Manifesta    o BSB FEV 2010 COMPACTO

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ACT lança sua nova campanha “Diga não à propaganda de cigarro”

Março 3rd, 2010 de MarinaK

O jornalista Pedro Bial comprou a ideia na hora: é dele a locução do vídeo “Diga não à propaganda de cigarro”, dirigido pela cineasta Adriana Dutra e por Tuco, e produzido pela Aliança de Controle do Tabagismo - ACT.

No filme, de 19′, foram ouvidos jovens brasileiros de várias classes sociais sobre a percepção que têm da publicidade de cigarros que os atinge diariamente, em pontos de venda e eventos, apesar de ser proibida por lei nos meios de comunicação em massa. Especialistas em comunicação e publicidade, por sua vez, explicam como a propaganda de cigarros em pontos de vendas atinge o consumidor e é decisiva na hora da compra.

O objetivo da ACT é mostrar como a indústria do tabaco continua a promover seus produtos em pontos de vendas e eventos privados, apesar da restrição à publicidade nos meios de comunicação de massa existir desde o ano 2000. A mensagem é clara: um produto que mata metade dos seus consumidores regulares não deve ser anunciado dessa maneira.

O vídeo foi lançado ontem, terça-feira, dia 2 de março, no Plenário 3 da Ala das Comissões da Câmara dos Deputados (Anexo II), em Brasília, às 9:30.

Diga n  o a propaganda de cigarro - Diga n  o a propaganda de cigarro

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ACT na TV Globo do Rio

Fevereiro 26th, 2010 de MarinaK

Esta semana o vt da campanha ” Quem não fuma não é obrigado a fumar” da ACT/INCA foi veiculado em horário nobre da rede Globo do Rio nos intervalos do Jornal Nacional e da novela das 8. Ficamos muito orgulhosos, pois nossa campanha está sendo vista por milhares de pessoas! Sabemos que o vt da companha está sendo veiculado em outros estados também. Alguém viu?

Campanha ACT - Campanha ACT

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Luta diária de quem tenta deixar o vício

Fevereiro 10th, 2010 de MarinaK

Seis meses depois de a lei antifumo entrar em vigor, três paulistanos contam suas batalhas pessoais contra o cigarro

Em seis meses de lei antifumo, que proíbe o cigarro em espaços fechados em São Paulo, foram várias as tentativas de impedir a legislação de vigorar –no total, 27 pedidos de liminares foram protocolados, solicitando liberação do fumo no Estado. Nenhum deles, porém, foi aceito pelo Judiciário e até aqui o Estado vence tranquilamente a guerra nos tribunais. Algo diferente ocorre nas pequenas batalhas particulares, nos embates diários de quem luta para largar o fumo. Guerra contra o próprio corpo que se mostra, frustração após frustração, bem mais difícil. Entre julho e agosto do ano passado – até que a lei entrou em vigor, em 7 de agosto –, acompanhamos a trajetória de três paulistanos,que tentavam abandonar o vício. Em 26 dias de contatos telefônicos diários, Aparecida Santucci dos Passos, de 43 anos, Alex do Nascimento, de 31, e Elton Isaac dos Santos, de 40, relataram suas frustrações e dúvidas, enquanto tentavam finalmente chegar à categoria de ex fumantes. Na época, conseguiram avanços, diminuíram quantidades, mas o cigarro continuava presente em suas vidas. Seis meses depois, nenhum dos paulistanos conseguiu parar – continuam entre os cerca de 2 milhões de moradores da cidade que fumam, segundo a Pesquisa Especial de Tabagismo, realizada no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Aparecida está frustrada por ter recaído no vício após quatro meses de abstinência, diz se sentir “fraca” e relata “medo” de tentar novamente. Alex sente falta de “algum incentivo a mais” para conseguir largar os poucos cigarros que ainda fuma. E Elton diz que falta pouco, mas ainda não “tomou vergonha na cara” o suficiente. Em comum, todos dizem que ainda
vão conseguir. Outra opinião comum entre os três é a de que não foram influenciados pela nova lei na decisão de parar de fumar. Eles relatam, porém,que ver menos pessoas fumando nos lugares que frequentam ajuda a manter afastada a tentação. “Fumante e ex-fumante, quando vê alguém com cigarro na boca, sente vontade na hora de fumar”, diz a cardiologista Jaqueline Issa, coordenadora do Ambulatório de Tratamento do Tabagismodo Instituto do Coração (Incor). “Manter quem está se tratando longe da tentação é outro mérito da lei.” Acompanhe, abaixo, um pouco do drama de quem tenta, há pouco mais de sete meses, deixar o vício de lado. A primeira iniciativa foi esconder os cigarros numa fonte no quintal de casa, na Mooca, zona leste de São Paulo. Mas o vício era tanto para quem fuma desde os 14 anos que só o barulho da água fazia voltar a vontade. A solução foi despistar a fissura, guardando os maços no armário.

A dona de casa Aparecida Santucci dos Passos, de 43 anos, experimentou várias táticas. Com medicamentos e distante de tudo que a lembrasse de cigarro, ficou quatro meses sem fumar. Acompanhada pelo Estado entre julho e agosto, ela dizia ter dois apoios: família e água – quando a vontade batia, tomava um copo. Foi como enganou o vício entre agosto e dezembro. Até que, no começo de dezembro, filho teve de operar o joelho por causa de umac ontusão de futebol. Aparecida lembrou de um irmão que perdeu a perna esquerda por causa de tétano. Ela ficou tensa. Numa noite, foi ao quintal e reacendeu o vício. “Foi um fracasso enorme. Sinto medo de tentar e fracassar novamente. Mas tracei meu objetivo: agora é isso que tenho de vencer, e vou vencer.” Ela não vai ao Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) desde novembro. Também não toma mais medicamentos. E estacionou em 11 cigarros por dia. “Sei que só vou parar com remédios. Pretendo voltar ao Cratod até dia 15, parar e tomar o tratamento com fluoxetina (remédio contra depressão) e Ansitec (contra ansiedade)”, disse.“Não desisti.” Ela conta com a família e a água. “Mas vou adicionar força de vontade e um novo hobby.”Praticará tênis no Parque da Mooca. “Vou ficar tão cansada que não terei força nem para levar o cigarro à boca.”

O professor Elton Isaac dos Santos, de 40 anos, tem convivência íntima com o cigarro. É uma de suas armas na luta para tirar crianças e adolescentes do mundo do crack, no instituto de caridade no qual trabalha, na zona leste de São Paulo. “A maioria deixa o crack e vai direto para o tabaco. É uma forma de redução de danos, e entendemos isso como natural”, diz. “O problema é quando alguém que não tem problemas maiores não consegue deixar esse vício.” Santos se refere a ele mesmo. Diminuiu o cigarro a cinco unidades diárias, mas ainda cai na tentação quando as tragadas vêm junto com a cerveja do fim das tardes. “Isso é que me mata”, desabafa. Nesses momentos, pode vir a fumar até meio maço – algo inaceitável, ele diz, vergonha na cara”. Mesmo com os alunos chamando sua atenção, como relatou ao Estado em julho e agosto do ano passado, ainda não conseguiu ir até o fim no tratamento. “Usei os adesivos no braço até que a progressão chegou a um nível mínimo de nicotina. Agora é por minha conta, preciso me dedicar mais”, diz o professor, que frequenta o Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) para acompanhamento psicológico. “Fiquei no máximo quatro dias sem cigarro, mas estou trabalhando para isso aumentar pouco a pouco”, conta. “A próxima meta é ficar uma semana sem fumar. E, depois, mais e mais. Vou conseguir.”

O problema de Alex do Nascimento, de 31 anos, não é mais os três maços de cigarro que costumava fumar a cada semana desde a adolescência–a dificuldade atual é largar os míseros dois cigarrinhos, que fuma para “começar e terminar bem” o dia. “O mais complicado é deixar o hábito. Quero parar de fumar, vou parar de fumar, mas ainda não sei quando. Acho que no momento em que decidir que quero mesmo não vai ter para ninguém. Falta só um pouquinho de força de vontade”, admitiu. Alex é daqueles que não acredita ser, como disse, “quimicamente viciado”em cigarro. “Fumo mais pelo prazer”, justificou. “Não acho que preciso de tratamento.” Nos 30 dia sem que o Estado o acompanhou, entre julho e agosto, Alex repetia diariamente que pararia de fumar “em breve”. Quatro meses depois, o prazo estabelecido ainda é relativo. “Continua sendo em breve”, disse.“Talvez até o fim do ano largo esses últimos dois que faltam.”

Fonte: DOMINGO, 7 DE FEVEREIRO DE 2010, O ESTADO DE S. PAULO

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Viciada, cobra de estimação fuma dois cigarros por dia

Fevereiro 3rd, 2010 de MarinaK

Viciada, cobra de estimação fuma dois cigarros por dia

Morador de Taiwan conta que animal dá ‘tragadas’ logo cedo e à noite.
Bicho teria ficado viciado por conta de fumaça em ambiente onde vive.

‘Ele fica agitado se não fumar um cigarro de manhã e outro de noite.’

Um morador de Taiwan afirma que sua cobra de estimação não consegue viver sem fumar diariamente. Segundo Sho Lau, o réptil, de 3 anos, se viciou na fumaça do ambiente onde vive, e agora “exige” dar suas tragadas.

“Ele é muito domesticado. Um dia eu joguei uma bituca no chão e ele foi lá e começou a brincar com o resto de cigarro. Parecia que ele estava se divertindo com aquele objeto na boca”, afirma Lau, 33 anos, que fuma em média um maço de cigarros por dia.

“Uma coisa levou à outra, e agora ele fuma um cigarro logo pela manhã e um à noite, antes de dormir.”

Segundo Lau, o animal fica bastante irritado caso não consuma sua dose diária de nicotina. “O problema é que ele sempre fila meus cigarros”, brinca.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1473609-6091,00-VICIADA+COBRA+DE+ESTIMACAO+FUMA+DOIS+CIGARROS+POR+DIA.html

cobra fumando - cobra fumando02/02/10 - 16h14 - Atualizado em 02/02/10 - 18h14

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Cigarro explode na boca de fumante

Fevereiro 3rd, 2010 de MarinaK

JACARTA — Uma fábrica de cigarros na indonésia pediu desculpas e aceitou pagar os gastos médicos e odontológicos de um fumante que perdeu seis dentes depois da misteriosa explosão do cigarro que fumava.

Andi Susanto, um guarda de segurança de 31 anos, circulava de moto perto de Jacarta quando acendeu um cigarro da marca Clas Mild e este repentinamente explodiu.

Susanto precisou dar vários pontos na boca e teve os dentes extraídos. Depois de sua hospitalização, o homem procurou o fabricante, que aceitou pagar todas as suas despesas.

A polícia abriu uma investigação do caso e Susanto decidiu parar de fumar.
Fonte: Agência France Press, publicado no dia 02/02/2010 às 13:08

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ACT no Fórum Social Mundial

Janeiro 28th, 2010 de MarinaK

A ACT esteve presente no Fórum Social Mundial nos dias 25 a 29 de janeiro, em Porto Alegre e Novo Hamburgo. Além de realizar palestra no acampamento da juventude, a ACT articulou contra organizações, distribuiu material informativo e coletou assinaturas para a campanha Por Um Brasil Livre de Fumo em Lugares Fechados. Aliás, quem ainda não participou, é só acessar o link http://brasil.livredefumo.org.br/ que encontra-se no nosso site e assinar. As caveiras da ACT também estiveram presentes no estádio Gigantinho e saudaram o presidente Lula durante o seu discurso. Com os seus cigarrões em punho, nossas caveiras cobraram do governo avanços no tema do controle do tabagismo.Forum social Mundial2 - Forum social Mundial2

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ACT lamenta a perda de Zilda Arns

Janeiro 18th, 2010 de Monica

Como todos têm acompanhado através de notícias nos meios de comunicação, o Brasil perdeu uma grande médica pediatra e sanitarista, a Dra. Zilda Arns. Suas qualidades eram inúmeras e sua contribuição para saúde pública é reconhecida internacionalmente.

O que nem todos sabem é que recentemente a Dra. Zilda Arns havia manifestado expressamente seu apoio à proibição do fumo em ambientes fechados. Por ocasião da discussão sobre a lei antifumo do Paraná, foi pessoalmente conversar com deputados, solicitando que fosse aprovada a lei estadual que extinguia os fumódromos em locais fechados.

Em nome da Pastoral da Criança, enviou carta a todos os deputados estaduais do Paraná (reproduzida abaixo). A aprovação da lei pode ser considerada mais uma grande conquista em favor da população que contou com a notável participação da Dra. Zilda.

A ACT lamenta o trágico terremoto ocorrido no Haiti, que teve entre suas vítimas justamente a Dra. Zilda Arns.

Carta enviada aos Deputados Estaduais do Paraná:

Curitiba, 10 de setembro de 2009.
Of. nº 168/2009
Exmo. Sr.
Deputado Estadual Nelson Justus
Presidente da Assembléia Legislativa do Paraná

Paz e Bem!
A Pastoral da Criança, em sua missão de levar vida em abundância a todas as crianças, apóia todas as medidas que possam diminuir os malefícios que o fumo causa:

•Fumar ou ser fumante passiva durante a gravidez traz sérios riscos: abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia (sangramento) ocorrem mais frequentemente quando a mulher grávida fuma. A gestante que fuma apresenta mais complicações durante o parto e tem o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento, comparando-se com a grávida que não fuma;
•Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da mãe. Quando a gestante é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro ela absorve as substâncias tóxicas da fumaça, que pelo sangue passa para o feto. Quando a mãe fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança
•Em bebês há risco:
- 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);
- Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa
•Em crianças há maior frequência de resfriados e infecções do ouvido médio; risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exarcebação da asma.

Segundo informações do INCA (Instituto Nacional de Câncer), 5,4 milhões de pessoas morrem por ano no mundo devido aos males provocados pelo tabaco. No Brasil esse número chega a 200 mil mortes. A previsão é de que em 2030, 8 milhões de pessoas morram em 80% dos países mais pobres.

Desde as descobertas sobre os malefícios do fumo passivo na década de 80, a tendência mundial tem sido a criação de ambientes fechados livres de fumo. A permissão da existência de fumódromos não mais atende ao que hoje se sabe em termos de proteção da saúde pública e ocupacional em relação à poluição tabagística ambiental.

A exposição à fumaça ambiental de tabaco causa graves danos à saúde. Não há níveis seguros de exposição e não há tecnologia de engenharia de ventilação eficaz. A Sociedade Americana de Engenheiros de Aquecimento, Refrigeração e Condicionamento de Ar alerta que “nenhuma tecnologia de engenharia de ventilação demonstra controlar os riscos impostos pela exposição à Poluição Tabagística Ambiental (PTA), apenas pode reduzi-los e pode controlar questões de conforto relacionados ao odor e à irritação sensorial impostos pela exposição. Portanto, fumódromos não resolvem o problema”.

Diversos países (Irlanda, Noruega, Nova Zelândia, Itália, Uruguai, França, entre outros) vêm adotando a proibição do tabagismo em locais de trabalho e em ambientes fechados de uso coletivo. Ao contrário do que a Indústria do Tabaco afirma, não se observou perda econômica no setor. Além disso, revisão de 26 estudos, feita pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mostrou que a legislação de ambientes livres de fumaça ajuda fumantes a parar ou diminuir o consumo. Fumantes diários, segundo esta revisão, fumam 30% mais se for permitido fazê-lo no ambiente de trabalho.

Preocupada com a saúde e o bem estar das gestantes, crianças e famílias, a Pastoral da Criança, no Guia do Líder, página 40, já traz o pedido que seus líderes orientem as famílias sobre os malefícios do cigarro, alertando que o mesmo provoca o nascimento de bebês com baixo peso, parto prematuro e aumenta as chances de o bebê nascer com problemas respiratórios e no coração.

Diante do exposto, a Pastoral da Criança presente em quase 4.000 municípios, com o apoio de seus 300.000 voluntários que acompanham 1,5 milhão de famílias, vem a Vossa Excelência pedir apoio para as medidas preventivas aos malefícios do fumo e juntar-se às entidades, organizações e movimentos que defendem o direito de respirar um ar limpo.

Desde já agradecemos a atenção de Vossa Excelência, colocamo-nos ao inteiro dispor, pedindo a Deus que sempre anime a todos nessa caminhada para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna, a serviço da vida e da esperança.

Atenciosamente,
Dra. Zilda Arns Neumann
Médica Pediatra e Sanitarista
Fundadora e Coordenadora Internacional da Pastoral da Criança
Coordenadora Nacional da Pastoral da Pessoa Idosa
Acadêmica Honorária Nacional da Academia Nacional de Medicina
Membro Titular Acadêmica Imortal da Academia Nacional de Economia

CC, por email, para os Deputados Estaduais do Paraná

http://www.pastoraldacrianca.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=258:pastoral-contra-o-fumo&catid=46:nacionais&Itemid=38

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Postais comemoram 4 meses da lei antifumo em São Paulo

Janeiro 13th, 2010 de MarinaK

Para comemorar os primeiros 4 meses da lei antifumo, o governo de São Paulo convidou cartunistas renomados como Galhardo e Laerte para criarem postais divertidos sobre a lei e os distribuiu nos bares e restaurantes da cidade. Confira alguns deles.

Charge Leiantifumo SP - Charge Leiantifumo SPCharge 2 leiantifumo SP - Charge 2 leiantifumo SP

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